Como customizar a sua URL encurtada no Bit.ly

O Bit.ly é um dos mais populares serviços para encurtar URL que existem na rede. Pioneiro na medição do desempenho dos cliques encurtados (quantidade, localização geográfica, horários de pico, etc.), o que muitos dos usuários não percebem e quase ninguém usa é a funcionalidade de customização da URL que ele oferece, depois de encurtar o link enviado.

O processo todo é muito fácil e, se você souber usá-lo, ainda pode alavancar o poder das palavras-chave referentes ao link que deseja encurtar nos rankings dos motores de busca. Basta colar a URL no campo indicado e, depois que obtiver a versão curta da mesma, clicar em "customize"e entrar as palavras ou frase que quer para representar o novo link. Veja as figuras abaixo:


Como customizar seu link encurtado no Bit.ly:

Passo 1: cole o link a ser encurtado no campo correspondente



Passo 2: clique em "customize"



Passo 3: escreva as palavras que quer usar na URL encurtada et voilà!



A criatividade fica por sua conta. A vantagem de customizar um link encurtado é tirar aquela impressão de "clandestinidade" comum neste tipo de processo, que leva o usuário a ter receio de clicar no link e ir para um site não desejado. Obviamente, a pessoa pode entrar as palavras que quiser, mas a aparência final fica mais "limpa" e "credível".

Tenho me divertido bastante criando novos links para os posts do BABEL.com, da MasterNewMedia e para a coluna "Na Ponta do Lápis" do Marcos Silvestre, na BandNewsFM. O resultado geral tem sido muito positivo e outro benefício é que tem havido um aumento no número de cliques desde que adotei o sistema, o que pode muito bem estar relacionado aos links encurtados com customização. Por que você não tenta também? : )





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Aqui se fala português.

Con azúcar y afecto


Fernando Ferrer e trupe


Meus amigos não sabem, mas tenho a mania de catalogá-los como flores. Tenho amigos-tulipa, amigos-rosa, amigos-violeta, orquídea e girassol (um dia, esclareço melhor esta história...). Cada um por sua característica e perfume. Estes dois, de quem estou prestes a falar, me puseram na dúvida... Tenho para mim que serão um cruzamento de amigos-rosa com amigos-girassol. É, acho que assim está bom: de coração perfumado e alegres de luz.

No último domingo, Silvia e Gilson me deram o enorme prazer e honra de acompanhá-los ao Bourbon Street, um dos mais badalados bares dançantes da capital paulista. Fazia muito tempo que queria conhecer o Bourbon, até porque tenho uma relação bem estreita com todo este cenário: há muitos anos, uma canção do Sting, chamada Moon Over Bourbon Street, me fez tomar um avião rumo ao desconhecido para conhecer a famosa rua homônima de New Orleans. Mas, isso merece um post à parte. O lance hoje fica bem mais pertinho, no elegante bairro de Moema.

Nesta noite especificamente, o "menu" estava composto do excelente Fernando Ferrer, cubano de puro y son, que encheu a pista de muito azúcar*. Antes, um salão lotado de "profissas" e eu ali, doida para soltar a franga. O Bourbon tem um ambiente ótimo. Imaginem uma casa noturna onde todos se conhecem e se saúdam, no melhor estilo "festejar o outro", e estão ali com o único propósito de dançar a valer. Sem bagunça, sem bebedeira, como uma grande família de bailarinos talentosos afim de curtir boa música e incendiar os pés. A regra é não ficar parado e, se estiver dando bobeira, as garotas vem e te tiram e os garotos idem.


"Permiso, señores, ¡queremos bailar!" Eles não são lindos?


Nesse quesito, preciso agradecer tanto à Silvia como ao Gilson, indistintamente. Silvia, com toda generosidade de quem sabe, me acompanhou na "aulinha de salsa para iniciantes", uma atividade de interação entre os frequentadores que dançam e aqueles que não tem a mínima ideia de qual pé pôr na frente (basicamente, o meu caso). E Gilson foi um cavalheiro ao se submeter por duas vezes (!) a me acompanhar na pista. Que delícia! Perdón, señores, mas, depois dessa, já não sou uma novata. (rs) Aliás, estou fazendo minha homework direitinho. Marc Anthony não sai da vitrola virtual.

Conversa vai, conversa vem, meus amigos abrilhantando o salão com sua ginga, quando olho do meu lado e uma figura, um tanto familiar, se aproxima e coloca seus pertences na mesa... Gilson voltava do salão e não me contive: "Cê tá brincando que aquele é o Serginho do BBB?" Não, queridos, não o segundo Serginho, o primeiro, aquele très intéressant, do BBB1, o cabeleireiro franco-angolano, lembram-se? Esclarecendo, o Sérgio, ou melhor, Antonio Sérgio Tavares Campo, é o meu personagem favorito do famoso reality-show, por sua autenticidade e simplicidade, nessa ordem. O cara encantou na primeira edição do BBB e se tornou o âncora do programa, na minha opinião. Bem, eu só assistia o programa por causa dele.




Tá, eu vou evitar comentários do tipo: "Formamos um lindo casal" (rs)

Enfim, Gilson voltava da pista porque a Silvinha estava lá, se esbaldando com o Sérgio! Comecei a rir. Pensei comigo: Ô meu Deus, que presente maravilhoso! A figura, que é amiga do casal, me foi gentilmente apresentada, tiramos a foto que vocês veem and guess what: carimbou a minha mãozinha com um gros bisous!!! Vocês podem imaginar o nível patético em que fiquei depois de então. Foi mico atrás de mico e a coitadinha da Silvia teve que aguentar todos os comentários abobalhados que surgiram a partir daquele sublime moment.

Em tempo, diante do Serginho, segurei as pontas. E ataquei com a minha já conhecida cara-de-pau: "Só não vou dançar com você hoje, porque sou péssima. Mas, vou treinar e volto!" Como se fosse escolha unicamente minha. Acho até que, dado o tamanho da gentileza do Sérgio, obviamente, ele não se esquivará do propósito (ai dele!) quando nos encontrarmos de novo. Mas, até lá, o que me resta é ficar sacolejando na sala do meu apê, aprimorando os passos que aprendi naquela noite mágica. Isso se o Gilson não puder, de fato, se tornar o meu professor de salsa, como ele foi intimidado convidado a ser. :D

Si e Gil queridos, obrigada, agora oficialmente, pela nossa primeira pachanga em conjunto. Foi tudo inesquecível e quando crescer, quero dançar como vocês!


*"Azúcar" era o bordão entoado pela grande Célia Cruz, um dos maiores expoentes da legítima música cubana, que fez sucesso por todo mundo com seu enorme carisma e talento.

Imagens: Silvia Rinaldi e Gilson Barbosa





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Contemplação



Estava lendo um poema chamado "As mãos do meu pai", de um dos poetas favoritos de todas as pessoas, o genial Mário Quintana, e descobri que conheço de cor as mãos do meu pai. E não só as mãos como os pés, as pernas, a barriguinha, o peito, os braços, a cabeça e o cabelo, que o tempo foi tingindo naturalmente. Houve uma época também, bastante longa, em que ele tinha bigode e chegou a ter uma barba muito bonita. Mas, até este exato momento, nunca tinha me dado conta do estado de contemplação que sempre tive com meu pai.

Por alguma razão desconhecida, sempre passei longos momentos olhando para o meu pai, em silêncio. Não sei se ele já percebeu isso, já que nem ao menos eu o sabia. Principalmente quando ele está comendo (porque ele come com uma boca...) ou quando ele está sentado no quintal, com a sua toalhinha de rosto sempre à mão.

Meu pai é cheio dessas manias. Chupar laranja após as refeições, pentear o cabelo infinitas vezes antes de sair (ou quando vai ao banheiro e acha que o cabelo desalinhou), ter sempre por perto uma toalhinha de rosto e só vestir camisa que tenha bolso. Ele também é fanático por notícias e hoje em dia, tenho perfeita consciência do quanto norteou minha escolha profissional, ainda que nenhum de nós tivéssemos nos dado conta mais uma vez. É que ele tem um amor tão grande pelos noticiários que eu cresci dentro do Jornal Nacional. Todas as noites, estávamos lá, Cid Moreira, meu pai, minha mãe e eu.

Não sei se este é o primeiro Dia dos Pais que passo longe do meu "gordo"... Já liguei para ele e disse o quanto o amo e tenho orgulho de ser sua filha. Mas, fiquei morrendo de vontade de dar um abraço enorme e sentir seu cheirinho de laranja.

Meu pai foi escolhido a dedo por Deus, como prova primeira de Sua existência na minha vida. Ele é o maior, o melhor e mais lindo pai que alguém poderia ter. A única coisa que ele não conseguiu conquistar na vida foi um filho, tadinho (rs). É doutor com PhD em paternidade feminina (6!), o que, para mim, foi uma maravilha, pois ele entende como ninguém do riscado. Meu pai e eu somos tão cúmplices que foi para ele que contei primeiro aquilo que nenhuma filha divide com seu pai, nem depois do casamento. E, pela primeira vez na vida, ele engasgou chupando uma laranja...

A você, leitor, que, por alguma razão que não nos interessa, também está distante do seu pai hoje, seja na geografia ou no coração, peço que supere os obstáculos que os separam e dê um alô para o seu coroa. Ao menos hoje, liga lá. Se o problema for um pouquinho maior que distância, faça de conta que nada aconteceu, e fale com ele do mesmo jeito. Um dos momentos mais felizes da vida dele foi quando você nasceu, portanto, mexa-se.

E, para quem o paizinho já está descansando com o Senhor, vale o mesmo. Eleve o seu pensamento e repita tudo aquilo que vocês costumavam se dizer quando ele estava mais próximo. Abrace-o bem forte de novo, beije a sua careca e diga o quanto você o ama e é grato por cada momento que compartilharam juntos. Pode ter certeza de que esse amor inunda o Universo.

Hoje, infelizmente, não vou poder ficar que nem coruja, fitando o seu Ronaldo... Mas, pai, eu tô de olho, viu? :)

Feliz Dia dos Pais a todos!



 

Quem sou eu

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Jornalista, paulistana, produtora de conteúdo em português, inglês, espanhol, italiano e francês, que encontrou na Web 2.0 o meio mais propício para se proliferar. Editora-chefe da MasterNewMedia Brasil, editora de conteúdo da MasterNewMedia Español e responsável integral pelo BABEL.com. Assessora de comunicação de Marcos Silvestre. Apaixonada por música, esta ariana morre de vontade de ganhar um Romero Britto bem grandão para pendurar na sala. Mas, na maior parte do tempo, sofre mesmo é de um amor incurável pela vida.

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