
“De onde veio o botão ‘Curtir’ vem muito mais.” Assim começa a declaração do jornalista norte-americano David Kirkpatrick, autor de O Efeito Facebook (ed. Intrínseca), que impressionou o mercado financeiro no ano passado. Segundo David, que trabalhou por anos na revista Forbes, o Facebook, a maior rede social do mundo, tem potencial para chegar a ser a primeira empresa de um trilhão de dólares. A marca deve ser atingida no momento em que a rede lançar suas ações na bolsa. Especula-se que a capitalização será tão alta que a cifra pode ser alcançada de fato.
O Facebook não é o único a surfar nos lucros da grande onda da web 2.0. O mercado de possibilidades para as redes sociais está aquecido e outras plataformas anunciaram que pretendem abrir capital na bolsa norte-americana.
O Twitter, serviço de microblogging mais popular do planeta, está avaliado entre US$ 8 bi e US$ 10 bi, dobrando de valor em menos de dois meses. A rede para profissionais LinkedIn teve seu preço elevado para US$ 175 milhões quando afirmou que começaria a investir no mercado de ações. O serviço de geolocalização Foursquare, criado há menos de dois anos, foi avaliado em US$ 250 milhões. O gigante entre os sites de compras coletivas, Groupon, também está na lista, com um valor aproximado de US$ 15 bilhões. Tantos números expressivos já fazem com que especialistas financeiros afirmem que existe uma bolha na web 2.0 e ela está pronta para estourar.
Outra vertente no mesmo mercado financeiro argumenta que tal bolha é irreal, já que o Google, empresa-símbolo desse movimento, está no mercado há alguns anos, tem US$ 35 bi em dinheiro nos cofres, confirmando a tese de que existe riqueza real e criação de valores concretos em produção no setor.
Segundo o economista Marcos Silvestre, da coluna Na Ponta do Lápis (rádio BandNews FM), o Facebook foi avaliado em US$50 bi por um pequeno grupo fechado de investidores, o que corresponderia a uma super avaliação por representar 25 vezes o faturamento da rede em 2010. No entanto, isso não equivale a uma análise de uma empresa de capital aberto. “Enquanto houver investidores de âmbito privado, tirando dinheiro do bolso para aplicar nessas empresas, as ações continuarão a ser valorizadas no mercado, o que ilude o investidor pequeno que compra tais ações para vê-las cair substancialmente”, afirma Silvestre.
A recomendação para o momento, portanto, é de que haja cautela com a possibilidade de se investir em ações de redes sociais, com base na empolgação com o super faturamento das grandes empresas da web 2.0.
O Twitter, serviço de microblogging mais popular do planeta, está avaliado entre US$ 8 bi e US$ 10 bi, dobrando de valor em menos de dois meses. A rede para profissionais LinkedIn teve seu preço elevado para US$ 175 milhões quando afirmou que começaria a investir no mercado de ações. O serviço de geolocalização Foursquare, criado há menos de dois anos, foi avaliado em US$ 250 milhões. O gigante entre os sites de compras coletivas, Groupon, também está na lista, com um valor aproximado de US$ 15 bilhões. Tantos números expressivos já fazem com que especialistas financeiros afirmem que existe uma bolha na web 2.0 e ela está pronta para estourar.
Outra vertente no mesmo mercado financeiro argumenta que tal bolha é irreal, já que o Google, empresa-símbolo desse movimento, está no mercado há alguns anos, tem US$ 35 bi em dinheiro nos cofres, confirmando a tese de que existe riqueza real e criação de valores concretos em produção no setor.
Segundo o economista Marcos Silvestre, da coluna Na Ponta do Lápis (rádio BandNews FM), o Facebook foi avaliado em US$50 bi por um pequeno grupo fechado de investidores, o que corresponderia a uma super avaliação por representar 25 vezes o faturamento da rede em 2010. No entanto, isso não equivale a uma análise de uma empresa de capital aberto. “Enquanto houver investidores de âmbito privado, tirando dinheiro do bolso para aplicar nessas empresas, as ações continuarão a ser valorizadas no mercado, o que ilude o investidor pequeno que compra tais ações para vê-las cair substancialmente”, afirma Silvestre.
A recomendação para o momento, portanto, é de que haja cautela com a possibilidade de se investir em ações de redes sociais, com base na empolgação com o super faturamento das grandes empresas da web 2.0.
Imagem: Onehandman, modificada por Letícia Castro.
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