Mapas mentais: O que são e para que servem os mindmaps?




Você já ouviu falar de mapas mentais? Também conhecidos como mindmaps, os mapas mentais são uma excelente ferramenta de organização de ideias que podem ser usados para sistematizar, de modo eficiente, qualquer tipo de dados, desde as listas mais simples até a resolução de problemas complexos.

Dia desses, durante a aula da disciplina Didática do Ensino Superior, da pós-graduação da Cásper Líbero, o BABEL.com foi convidado pela professora Liana Gottlieb a dar uma aula sobre o que são e para que servem os mapas mentais e o resultado disso, você vê agora na apresentação abaixo.





Se você ainda não conhecia este revolucionário recurso, saiba que, assim que começa a usar os mapas mentais, a prática se torna um vício e você não consegue mais voltar ao método antigo de organização / memorização de dados. Fica a dica do Babel para que você também experimente a técnica.



Imagem: Wikipédia





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Pelé 70 anos: Ao eterno Rei do Futebol

Toda a nação em uma só camisa


O campeão dos campeões





De um passado e um presente só de glórias, é um orgulho que nem todos podem ter




Tu és forte, tu és grande





Dentre os grandes, és o primeiro




Nós como bons torcedores, sem hesitarmos sequer





Até a pé nós iremos, para o que der e vier





É meu maior prazer vê-lo brilhar, seja na terra, seja no mar.




Sabe sempre levar de vencida




E mostrar que, de fato, é campeão!





E eu vivo cheio de vaidade




Tua estrela, na terra a brilhar





Segue a tua senda de vitórias, orgulho do Brasil!



Imagens:
Blog do Castiel

JorWiki

Football History
Globo Esporte

Wladimir Miranda
Fio do Bigode
Blog do Estadão

O Blog do Edson





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Liberdade de imprensa: João Brant do Intervozes defende a democratização dos meios de comunicação no Brasil



Em entrevista coletiva no último dia 4 na Faculdade Cásper Líbero, o coordenador executivo do Intervozes, João Brant, falou para os estudantes da pós-graduação sobre o direito à informação e a pluralidade dos meios de comunicação no Brasil. Segundo Brant, o Intervozes, formado por cerca de 100 pessoas ligadas à comunicação, em 17 estados, “tem a função de servir como base organizadora dessa discussão.”

O projeto, que nasceu em 2002, já participou de ações em defesa de setores da sociedade que se consideraram vilipendiados pela mídia. Ele lembrou o caso do programa de pegadinhas “Tarde Quente”, da RedeTV!, comandado pelo comediante João Kléber. Em 2005, o programa sofreu uma ação judicial sob a acusação de incitar a homofobia. Segundo Brant, nesse caso, foi configurado um problema democrático, já que a RedeTV! se negou a dar o direito de resposta no ar aos grupos envolvidos e foi punida com a suspensão por um dia de toda a programação. “O sistema de comunicação deve responder aos interesses da sociedade”, disse.



Brant luta por marcos regulatórios para os meios de comunicação do país (Foto: Divulgação)

Brant afirmou que a falta de pluralidade nos meios de comunicação no Brasil tem origem na forma como foram implantados por aqui. Com base no modelo americano, que privilegia a economia de mercado e o livre fluxo da informação, ao contrário do que aconteceu nos EUA, aqui nunca houve a adoção de uma regulação, com políticas públicas claras para estabelecer as regras de concessão dos meios. O Brasil sempre permitiu o vínculo entre política e divulgação da informação, o que abre a possibilidade para que políticos se tornem donos de veículos de mídia. A conseqüência, segundo ele, é que “no Brasil, os meios tem independência comercial, mas não em relação ao governo.”

Algumas dessas questões, afirmou, foram tratadas na Constituição Federal de 88. A situação mudou um pouco em 2007, com a chegada da TV Brasil que, em sua opinião, “ainda não criou referência própria e também tem a mão pesada do governo influenciando.” O entrevistado disse que a concentração da informação é um problema da democracia por privilegiar o controle da informação por poucas pessoas. Para se ter uma ideia, apenas seis famílias dominam os meios impressos e televisivos. Cerca de 80% da audiência na TV e 97% da receita publicitária são retidos pelas quatro primeiras emissoras, o que não representa a maior parte da sociedade.



(Crédito imagem:
Diário de um videorrepórter)

Mesmo a internet, que surge como instrumento chave na comunicação, padece de problemas: o acesso é restrito a apenas 27% de todas as residências do país. Brant afirmou que o Brasil precisa enfrentar esse conjunto todo de problemas e mencionou os resultados positivos da Conferência Nacional de Comunicação, no final do ano passado. Das 633 propostas na agenda do programa, 570 foram aprovadas por consenso e 70 através de votação.

O entrevistado declarou ainda que o trabalho do Intervozes enfrenta barreiras expressivas dos próprios canais. “Algumas entidades ainda dialogam com os meios. O Intervozes não”, disse, apesar do apoio de alguns aliados no Congresso Nacional, como os deputados Luiza Erundina (PSB – SP) e Ivan Valente (PSOL – SP).

Na opinião de Brant, outra opção para auxiliar na questão da pluralidade nos meios se deu com o advento da TV digital, que fracassou por priorizar o sistema em alta definição (HD), em detrimento da veiculação de mais canais. O modelo adotado pelo Brasil, que segue o padrão japonês, privilegia o uso da mesma capacidade por uma melhor qualidade de transmissão, quando poderia favorecer a criação de mais canais, com menor frequência. “A TV digital não diversificou”, concluiu Brant.

Uma solução nesse sentido seria seguir o modelo argentino, afirmou o entrevistado. Naquele país, a aprovação da Lei de Meios conseguiu regulamentar a garantia de pluralidade e diversidade nos meios. Brant disse que acompanhou o trabalho dos advogados responsáveis pela criação da lei e que são profissionais que entendem dos marcos regulatórios internacionais. A missão do Intervozes, segundo ele, é de lutar por marcos regulatórios também aqui no Brasil. Mas, para isso, salientou, a Lei de Meios argentina “mostra a necessidade de organização da sociedade”.




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Trilha sonora de Comer, Rezar, Amar encanta pela qualidade




Eclética, uma seleção de primeira. É assim a trilha sonora do filme "Comer, Rezar, Amar", baseado no best-seller da jornalista norte-americana Elizabeth Gilbert. O longa, autobiográfico, é estrelado por Julia Roberts e Javier Bardem, no papel do brasileiro que ganha o amor da escritora na vida real.


No entanto, o que fisga mesmo o coração do público é a bem entrelaçada trilha sonora ao longo do filme. Em momentos chave - como na cena em que Julia devora um voluptuoso prato de spaghetti e a imperiosa Rainha da Noite ("Der Hölle Rache Kocht In Meinem Herzen") pontua cada nota com a mesma gula que "Liz" dá suas garfadas - o clima do enredo vai se estabelecendo, segundo os propósitos da protagonista. Liz vai à Índia e lá vamos todos nós, na voz de Eddie Vedder (ele mesmo, o vocalista do Pearl Jam!), rodeado de cítaras em The Long Road (que, aliás, faz parte originalmente da trilha de outro filme).

São
os brasileiros que dominam a trilha, em uma preparação de tirar o fôlego para o desfecho de Comer, Rezar, Amar. Entre Marvin Gaye e Neil Young, chega Bebel Gilberto, de mansinho, com sua redundantemente doce rendition do "Samba da Bênção" (e que bênção!). E aí vem o papai de Bebel, só de malandragem, e rouba a cena de todo o mundo. Wonderful...

Fica um pequeno gostinho, a interpretação mais sublime, da babel sonora de Comer, Rezar, Amar.






Como diria Julia e seu sorriso escancarado:

- God bless Brazilians!


Imagem: Divulgação





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Jornalista, paulistana, produtora de conteúdo em português, inglês, espanhol, italiano e francês, que encontrou na Web 2.0 o meio mais propício para se proliferar. Editora-chefe da MasterNewMedia Brasil, editora de conteúdo da MasterNewMedia Español e responsável integral pelo BABEL.com. Assessora de comunicação de Marcos Silvestre. Apaixonada por música, esta ariana morre de vontade de ganhar um Romero Britto bem grandão para pendurar na sala. Mas, na maior parte do tempo, sofre mesmo é de um amor incurável pela vida.

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