Aqui se fala português.Dia das Mães Renner: Quando Uma Propaganda Acerta Em Cheio O Seu Objetivo
Aqui se fala português.As 6 Coisas Que Você Não Sabe Sobre Mim
As 6 Coisas Que Você Não Sabe Sobre Mim

Nota: não são os meus, mas eles são assim, caramelo e malhados de caramelo (quem resiste a esse olhar???)
1. Já tive uma criação de cachorros: English cocker spaniels (meus filhos!). No final, ficaram 5, mas foram 16, por ordem de idade: Chubby (pai) e Maggie (mãe) e Alfred, Chov (ele tinha uma manchinha na testa igual a do Gorba), Jerry, Bob, Elise, Juliette e Blanche (filhotes da primeira ninhada), depois, Rosinha, Florzinha, Violeta, Lili, Paçoca, Pirulito, Filomena (filhotes da segunda). Percebem a decadência dos nomes? É que cocker começa a festa de smoking e acaba na laje, na atividade! Mas, são lindos!
2. Já estudei canto lírico e me apresentei com algumas árias famosas, entre elas La Habanera de Carmen, de Bizet (o debut - em uma igreja!)
3. Comecei a dar aulas de idiomas aos 14 anos e tive uma escola por 16, de uma franquia muito querida no mercado, lugar onde cresci e passei mais de duas décadas da minha vida
4. Odeio que me digam: nossa, você se parece tanto com fulana de tal... É péssimo, porque nunca me comparam com a Gisele Bündchen, por exemplo. Sério, não faça isso ou vou atacar o seu ponto fraco! rs
5. Aliás, essa é uma boa oportunidade para dizer algo sumamente importante: declaro publicamente que não quero, não permito e volto para assombrar quem me puser em um caixão e me enterrar quando eu morrer. Façam o que quiserem com o meu cadáver, aproveitem até a sobrancelha, mas não me enterrem! (tétrico, eu sei, mas foi necessário :D)
6. Uma mais suavezinha agora... Passei a adolescência me correspondendo com jovens do mundo inteiro: onze anos com um inglês, quatro com uma italiana, dois com um francês, um argentino e gente de todo o planeta. Atormentava o carteiro toda a semana:
- Dias, se você não tiver uma carta para mim no meio dessa correspondência, pode dar meia volta, não quero nem saber!
E, quando tinha:
- Ô meu rei, meu lindo, você é o carteiro mais lindo do mundo!
O Dias se defendia:
- Dona Silvia (minha mãe), é mais falsa que nota de 15! rs
Adorava o Dias... : )
Bom, agora repassando a bola... Não tem jeito, serão eles mesmo:
Wander Veroni - do Café com Notícias
Carla Menegat - do Dos Crimes, Bordados e Vaidades
Vivi Righi - do Fluindo o Olhar
e para inaugurar...
Mayara Caparroz - do Terra de Ninguém
Max Martins - do CataBlogando Saberes
Imagens:
Dog Breed Info
Dina Ladina
Babble
Ah! Tri Né!
Gartic
Nossa Folha
Aqui se fala português.Caos aéreo na Europa: Vulcão na Islândia causa paralisação de voos em massa
Aqui se fala português.15 coisas que deixam um blogueiro feliz - muito!
Domingão na parada, nada para fazer, o que fazemos nós blogueiros? Blogamos! E, por falar nisso, algumas coisinhas, ao longo do nosso trabalho cotidiano, nos deixam muito, imensamente, felizes. Pensando nisso, o Babel preparou uma listinha (bem sincera!) de tudo o que faz essa blogueira ter os olhinhos brilhando por causa do Babel e gostaria que vocês também compartilhassem, "de peito aberto", os motivos de suas maiores alegrias enquanto praticantes dessa deliciosa (e sofrível!) atividade de blogueiro. Vamos lá?
O QUE FAZ UM BLOGUEIRO (imensamente!) FELIZ
1) Receber comentários em seus posts (muitos!)
2) Ver as estatísticas (de tráfego, rendimentos, etc.) subindo, subindo e subindo
3) Rentabilizar o seu blog A CONTENTO!
4) Conseguir fazer parte de uma rede bacana de blogueiros e fazer um networking que agregue valor para todo o mundo, além das amizades que se tornam reais
5) Encontrar comentários novos em posts antigos que você já nem divulga mais
6) Emplacar no Uêba, Ocioso, etc.
7) Ver o número de seguidores, assinantes de feeds e newsletter subir, subir e subir
8) Obter muitos votos no diHITT e figurar entre as notícias populares
9) Saber que seu blog foi linkado de forma natural, através de banners, links, citações, etc. em outros blogs
10) Ver que o ranking dos seus posts no Google anda muito bem, obrigada! :)
11) Conseguir backlinks para os seus artigos
12) Publicar posts de qualidade que fazem a diferença
13) Ser entrevistado por outros blogueiros
14) Receber selos, prêmios, banners como reconhecimento do seu trabalho
15) Ser reconhecido no mundo offline como o responsável pelo blog X (essa é a melhor de todas!!!)
Agora, a bola está com você. O que deixa você, blogueiro, feliz? Dê a sua contribuição nos comentários e ajude a melhorar essa listinha! ; )
Imagem: Mischief & Impermanent Bliss
Aqui se fala português.Chuvas no Rio: Reportagem completa e o relato exclusivo de quem viveu o caos de perto
Saiba como fazer doações para as vítimas das chuvas no Rio
Obrigada e vamos ajudar!
- 229 mortos em decorrência das chuvas no estado: 146 em Niterói - o município mais atingido - 63 no Rio de Janeiro, 16 em São Gonçalo e uma em cada uma das seguintes cidades: Magé, Nilópolis, Paracambi e Petrópolis
- mais de 160 feridos, o que faz chegar a 390 o número de pessoas atingidas pelos temporais
- mais de 52 mil pessoas fora de casa a por causa das tempestades
- 40.482 desalojados em todo o estado
- 11.562 desabrigados: São Gonçalo tem o maior número de desalojados (8.718)
Por que choveu tanto?
De acordo com os meteorologistas, uma massa incomum de ar quente e úmida chegou ao Rio de Janeiro na semana passada, favorecendo a formação dos temporais devastadores. A alta quantidade de umidade na Amazônia potencializou a chuva que atingiu o estado e, antes disso, o Rio também passava por um período de calor e de alta umidade. A combinação de todos esses fatores foi a causa das fortes precipitações que nunca haviam ocorrido sobre a cidade.
Por que os danos ocasionados pelas chuvas foram tão graves?
- construções irregulares nas encostas dos morros - inclusive sobre depósitos de lixo - provocando deslizamentos e número elevado de mortes
- a falta de providência por parte dos governantes que não fizeram a prevenção contra incidentes como este, promovendo a remoção da população das áreas de risco
- acúmulo de lixo pela cidade, o que impede o escoamento das águas pelas redes de esgoto (problema comum nas grandes cidades brasileiras)
O deslizamento do morro do Bumba
No local, funcionava um antigo lixão, desativado há mais de 50 anos. Segundo os geógrafos, o desastre não teria alcançado a mesma proporção se não tivessem tantas casas erguidas sobre o depósito.
A história por quem a viveu de perto
Jorge Fortunato, administrador de empresas e responsável pelo blog Acabou o Caviar?
"Saí do trabalho na Urca por volta de 17h15 e o tempo estava bastante fechado. Quando cheguei no Flamengo, bairro onde moro já começara a chover. Ignorei a chuva e fui ao supermercado. Quando saí, a chuva já havia aumentado bastante, preferi não esperar passar (ainda bem) e segui para casa. À medida que caminhava, mais a chuva e o vento aumentavam. Finalmente, cheguei no meu prédio, tênis ensopado e metade da calça bem molhada. Pensei que fosse apenas um temporal rápido, mas a chuva não parava.
Durante a madrugada, acordei e ainda chovia. No dia seguinte, ao ligar a TV, mal podia acreditar nas imagens que via pela televisão. Destruição e mortes, tanto no Rio como na cidade vizinha, Niterói. Parte da minha rua estava alagada. Na Praia do Flamengo não via movimento de ônibus. Na televisão, o prefeito pedia para que ninguém saísse de casa. Apesar de um trecho da minha rua estar alagado, isso não iria impedir que eu saísse de casa. Só iria esperar que desentupissem os bueiros e a água escorrresse. Não iria chegar no horário habitual, mas também não precisava ficar em casa. Moro muito perto. Ônibus e metrô não seriam a minha escolha, um táxi seria melhor.
Por volta de 10h20, saí de casa e peguei um táxi. Assim que parou, o motorista quis saber o meu destino. Se fosse Botafogo, ele não iria, as ruas estavam alagadas, informou. Como ia para a Urca, tudo bem. A sensação era de que estava num dia de feriado. Ruas vazias, pontos de ônibus com poucas pessoas e incrível: poucos carros e ônibus. Levei 10 minutos para chegar até a Urca. Num dia normal, com o volume de carros, poderia levar muito mais, mesmo de táxi. Felizmente, onde moro não houve nenhum tipo de tragédia, apenas alguns bueiros entupidos e alagamentos, o que não é nada diante de tanta dor e sofirmento."
Paulo Araújo, analista de telecomunicações e responsável pelo blog Cine Planeta.
"Graças a Deus, na segunda-feira eu já estava em casa, pois saí mais cedo do trabalho. Fui informado que choveria muito e onde eu trabalho, no Rio Comprido, toda vez que chove, sempre enche muito. Pessoas que trabalham na minha empresa dormiram no trabalho e só saíram no outro dia, às 10h00.A cidade ficou um verdadeiro mar, todos os bairros alagados, Zona Sul, Centro e Zona Norte. Na terça-feira, eu não fui trabalhar, pois o prefeito pediu para que todos ficassem em casa. No meu trabalho, todos foram dispensados, na realidade ,a cidade parou. Não preciso nem dizer muita coisa, pois todos já sabem que foi um desespero total, não havia policiamento e não tínhamos como recorrer nem aos bombeiros.
Como moro na Zonal Sul, em um prédio, graças a Deus, nada aconteceu. Mais com relação à situação em geral, acho que alguma coisa tem que ser feita, não podemos ter mais pessoas morando em área de risco, se não vamos ter mais perdas de vidas."
As chuvas registradas pelas câmeras dos moradores
5 de abril: o primeiro dia
Em um primeiro esforço para tentar solucionar o caos instaurado na cidade, o prefeito Eduardo Paes já anunciou a remoção de mais de quatro mil pessoas, de aproximadamente oito comunidades de risco. As famílias deslocadas receberão o auxílio do aluguel social, no valor de R$ 400 e algumas casas já serão demolidas nesta segunda-feira. Alguns moradores das regiões atendidas também receberão casas pelo programa "Minha casa, minha vida", do governo federal, outros poderão obter até 40% de indenização em cima do valor do imóvel.
Quem estiver circulando de carro pela cidade, deve evitar as ruas inundadas e informar-se sempre antes de sair quais são as vias desimpedidas para o trânsito. Em hipótese alguma, deve-se tentar atravessar áreas encobertas, seja com veículos altos ou baixos.
Se estiver na rua e começar a chover, evite ficar em lugares descobertos, mas nunca se proteja debaixo das árvores ou próximo das redes elétricas.
Donativos: Onde e como ajudar
O Babel disponibiliza para os seus leitores a lista elaborada no sábado passado pela redação do jornal Extra, do grupo O Globo (clique no link ao lado), com os locais que estão recebendo as doações para as vítimas das enchentes no Rio. Se você puder ajudar, dirija-se a algum desses postos e entregue a sua doação.
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