Dia das Mães Renner: Quando Uma Propaganda Acerta Em Cheio O Seu Objetivo


Qual é o objetivo último da publicidade? Se você pensou "concretizar uma venda", acertou em cheio. E foi isso o que fez a nova campanha publicitária das Lojas Renner para o Dia das Mães, e você já vai entender o que digo.

Realizado pela produtora O2, com a direção de Cesar Charlone (indicado ao Oscar por "Cidade de Deus" e responsável por mais trabalhos de peso como "Ensaio Sobre A Cegueira"), o filme de 60 segundos (aqui você verá a cópia original), que está sendo exibido desde o dia 21 de abril pela Rede Globo, traz como tema uma jovem em um consultório médico à espera do resultado de um exame de gravidez. Diferentemente dos tradicionais spots do gênero, a protagonista, Ana, fica sabendo, no final, que ainda não está grávida, mas, como toda mulher, tem o seu imaginário povoado de todas as cenas que compõem a experiência materna e exclama com firmeza, diante da negativa: "Mas, eu não vou desistir".





E por que esse comercial consegue acertar em cheio o seu objetivo? Segundo Luciane Franciscone, da divisão de Marketing Corporativo da Renner: “Queremos atingir todas as mães, mesmo as em pensamento”. Esse é exatamente o mérito da campanha. As mulheres trazem dentro de si, desde a mais tenra idade, o sonho de ser mãe e, depois que se tornam adultas, dividem-se, ainda que inconscientemente, entre as que já são e as que ainda tentam ser. A propaganda da Renner é muito competente, pois consegue alcançar todas as suas clientes em potencial, fazendo com que cada uma delas se veja retratada (e, portanto, identificada) ao longo do filme, tanto de um lado como do outro da experiência.

Agora você pode estar pensando: sim, é muito bom, mas por que você está dizendo que este comercial é capaz de se converter em uma venda? Pois bem, então aí vai o meu depoimento. Como ainda não vivi este momento, adoro assistir as propagandas comemorativas dos Dias das Mães, mas sempre me senti excluída. Este ano, enquanto pensava no presente que ia comprar para a minha mãe, fiquei em dúvida: Renner ou C&A? Como sou cliente das duas redes, tenho o cartão de ambas, logo, seria fácil afunilar minhas opções entre uma e outra. E, esta é a razão deste post. Agora só falta esperar para que a minha mãe não o leia e a Renner se prontifique a dar um descontinho bem bacana. :D

Nota: O BABEL.com declara não haver recebido qualquer compensação financeira pela elaboração deste post, sendo as informações contidas nele resultado de ato voluntário, com mero fim opinativo.

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As 6 Coisas Que Você Não Sabe Sobre Mim

Quem conhece o Babel há algum tempo, sabe que não temos o costume de participar de memes. Mas, este foi repassado por uma pessoa tão especial que não ousei recusar. A BianaBac, do Noticiário Net fez a gentileza de me incluir na listinha de indicados dela para o meme "As 6 Coisas Que Você Não Sabe Sobre Mim". Achei tão interessante que resolvi participar, então aí está. Espero que ajude a gente a se conhecer melhor. ; )


As 6 Coisas Que Você Não Sabe Sobre Mim




Nota: não são os meus, mas eles são assim, caramelo e malhados de caramelo (quem resiste a esse olhar???)


1. Já tive uma criação de cachorros: English cocker spaniels (meus filhos!). No final, ficaram 5, mas foram 16, por ordem de idade: Chubby (pai) e Maggie (mãe) e Alfred, Chov (ele tinha uma manchinha na testa igual a do Gorba), Jerry, Bob, Elise, Juliette e Blanche (filhotes da primeira ninhada), depois, Rosinha, Florzinha, Violeta, Lili, Paçoca, Pirulito, Filomena (filhotes da segunda). Percebem a decadência dos nomes? É que cocker começa a festa de smoking e acaba na laje, na atividade! Mas, são lindos!







2. Já estudei canto lírico e me apresentei com algumas árias famosas, entre elas La Habanera de Carmen, de Bizet (o debut - em uma igreja!)







3. Comecei a dar aulas de idiomas aos 14 anos e tive uma escola por 16, de uma franquia muito querida no mercado, lugar onde cresci e passei mais de duas décadas da minha vida







4. Odeio que me digam: nossa, você se parece tanto com fulana de tal... É péssimo, porque nunca me comparam com a Gisele Bündchen, por exemplo. Sério, não faça isso ou vou atacar o seu ponto fraco! rs







5. Aliás, essa é uma boa oportunidade para dizer algo sumamente importante: declaro publicamente que não quero, não permito e volto para assombrar quem me puser em um caixão e me enterrar quando eu morrer. Façam o que quiserem com o meu cadáver, aproveitem até a sobrancelha, mas não me enterrem! (tétrico, eu sei, mas foi necessário :D)







6. Uma mais suavezinha agora... Passei a adolescência me correspondendo com jovens do mundo inteiro: onze anos com um inglês, quatro com uma italiana, dois com um francês, um argentino e gente de todo o planeta. Atormentava o carteiro toda a semana:

- Dias, se você não tiver uma carta para mim no meio dessa correspondência, pode dar meia volta, não quero nem saber!

E, quando tinha:

- Ô meu rei, meu lindo, você é o carteiro mais lindo do mundo!


O Dias se defendia:

- Dona Silvia (minha mãe), é mais falsa que nota de 15! rs

Adorava o Dias... : )


Bom, agora repassando a bola... Não tem jeito, serão eles mesmo:

Wander Veroni - do Café com Notícias

Carla Menegat - do Dos Crimes, Bordados e Vaidades

Vivi Righi - do Fluindo o Olhar

e para inaugurar...

Mayara Caparroz - do Terra de Ninguém

Max Martins - do CataBlogando Saberes

Imagens:
Dog Breed Info
Dina Ladina
Babble
Ah! Tri Né!
Gartic
Nossa Folha

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Caos aéreo na Europa: Vulcão na Islândia causa paralisação de voos em massa

Uma nuvem de fumaça, expelida pelo vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia, é a responsável pelo cancelamento de mais de 20 mil voos até agora na Europa, desde 14 de abril último. O caos aéreo atinge cerca de 12 países (Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Polônia, Holanda, Eslováquia, Áustria, Dinamarca, Finlândia, Noruega, Bélgica) e deixa milhares de pessoas espalhadas pelos aeroportos das principais capitais do continente. O incidente já está sendo comparado à pane no sistema aéreo norte-americano, em virtude dos ataques do 11 de setembro em 2001.



Veja o trajeto da nuvem que se espalha pelo território


A paralisação das atividades aéreas foi necessária porque, segundo especialistas, o fenômeno pode produzir estragos nas janelas e estruturas dos aviões, além do risco de interrupção do funcionamento das turbinas em pleno voo. Uma mistura de pó, gás, vapor de água e silício foi lançada com força pelo vulcão e já atinge 10 km de altura.

Ontem, foram reabertos os aeroportos da Espanha em sua totalidade e parcialmente os do sul da França, Alemanha Segundo o jornal inglês, The Sun, os voos estarão cancelados até quarta-feira, 21, e o caos ainda pode se arrastar por meses.


Imagem 1: Folha de São Paulo
Imagem 2: BBC News (modificada por BABEL.com)


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15 coisas que deixam um blogueiro feliz - muito!

Domingão na parada, nada para fazer, o que fazemos nós blogueiros? Blogamos! E, por falar nisso, algumas coisinhas, ao longo do nosso trabalho cotidiano, nos deixam muito, imensamente, felizes. Pensando nisso, o Babel preparou uma listinha (bem sincera!) de tudo o que faz essa blogueira ter os olhinhos brilhando por causa do Babel e gostaria que vocês também compartilhassem, "de peito aberto", os motivos de suas maiores alegrias enquanto praticantes dessa deliciosa (e sofrível!) atividade de blogueiro. Vamos lá?



O QUE FAZ UM BLOGUEIRO (imensamente!) FELIZ


1) Receber comentários em seus posts (muitos!)


2) Ver as estatísticas (de tráfego, rendimentos, etc.) subindo, subindo e subindo


3) Rentabilizar o seu blog A CONTENTO!


4) Conseguir fazer parte de uma rede bacana de blogueiros e fazer um networking que agregue valor para todo o mundo, além das amizades que se tornam reais


5) Encontrar comentários novos em posts antigos que você já nem divulga mais


6) Emplacar no Uêba, Ocioso, etc.


7) Ver o número de seguidores, assinantes de feeds e newsletter subir, subir e subir


8) Obter muitos votos no diHITT e figurar entre as notícias populares


9) Saber que seu blog foi linkado de forma natural, através de banners, links, citações, etc. em outros blogs


10) Ver que o ranking dos seus posts no Google anda muito bem, obrigada! :)


11) Conseguir backlinks para os seus artigos


12) Publicar posts de qualidade que fazem a diferença


13) Ser entrevistado por outros blogueiros


14) Receber selos, prêmios, banners como reconhecimento do seu trabalho


15) Ser reconhecido no mundo offline como o responsável pelo blog X (essa é a melhor de todas!!!)



Agora, a bola está com você. O que deixa você, blogueiro, feliz? Dê a sua contribuição nos comentários e ajude a melhorar essa listinha! ; )


Imagem: Mischief & Impermanent Bliss


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Chuvas no Rio: Reportagem completa e o relato exclusivo de quem viveu o caos de perto

NOTA: Se você chegou aqui através do Google, provavelmente está buscando informações sobre as recentes chuvas que estão assolando o estado do Rio de Janeiro. Como o texto abaixo se refere ao mesmo fenômeno que aconteceu em 2010, aqui está o link do post mais recente do Babel, com uma lista de reportagens sobre como ajudar as vítimas desta nova tragédia que se repete em 2011:

Saiba como fazer doações para as vítimas das chuvas no Rio

Obrigada e vamos ajudar!






Faz uma semana que o Rio de Janeiro passou pela pior catástrofe natural devido a fortes chuvas, de toda a sua história. Só em um período de 24 horas, de acordo com a prefeitura, choveu 288 milímetros, o maior índice já registrado na cidade. As imagens da catástrofe e a repercussão na imprensa chocaram o mundo todo com o flagelo sofrido pela população carioca desde que a primeira notícia, dando conta dos estragos ocasionados pela chuva, foi divulgada em 6 de abril último. De lá para cá, as atenções foram todas direcionadas para o que acontecia dia-a-dia na capital fluminense e a situação só tendia a se agravar a cada minuto.





Não se falou de outra coisa: as chuvas no Rio foram o triste assunto priorizado nos noticiários, meios impressos e conversas entre as pessoas. Ainda hoje, os perigos de deslizamentos de terra preocupam os moradores das encostas dos morros e o alerta de chuva anuncia que, mesmo em menor intensidade, as precipitações ainda devem continuar nos próximos dias. Veja abaixo os últimos números gerais contabilizando a tragédia até agora:

- 229 mortos em decorrência das chuvas no estado: 146 em Niterói - o município mais atingido - 63 no Rio de Janeiro, 16 em São Gonçalo e uma em cada uma das seguintes cidades: Magé, Nilópolis, Paracambi e Petrópolis

- mais de 160 feridos, o que faz chegar a 390 o número de pessoas atingidas pelos temporais

- mais de 52 mil pessoas fora de casa a por causa das tempestades

- 40.482 desalojados em todo o estado

- 11.562 desabrigados: São Gonçalo tem o maior número de desalojados (8.718)




Por que choveu tanto?

De acordo com os meteorologistas, uma massa incomum de ar quente e úmida chegou ao Rio de Janeiro na semana passada, favorecendo a formação dos temporais devastadores. A alta quantidade de umidade na Amazônia potencializou a chuva que atingiu o estado e, antes disso, o Rio também passava por um período de calor e de alta umidade. A combinação de todos esses fatores foi a causa das fortes precipitações que nunca haviam ocorrido sobre a cidade.



Por que os danos ocasionados pelas chuvas foram tão graves?





Além do índice pluviométrico exageradamente alto, os danos causados pelas fortes chuvas no Rio da semana passada foram intensificados por outras causas que, combinadas, agravaram ainda mais a situação:

- construções irregulares nas encostas dos morros - inclusive sobre depósitos de lixo - provocando deslizamentos e número elevado de mortes

- a falta de providência por parte dos governantes que não fizeram a prevenção contra incidentes como este, promovendo a remoção da população das áreas de risco

- acúmulo de lixo pela cidade, o que impede o escoamento das águas pelas redes de esgoto (problema comum nas grandes cidades brasileiras)



O deslizamento do morro do Bumba

Na noite de 7 de abril, ocorreu o deslizamento que vitimou mais pessoas em decorrência das chuvas do Rio. Já subiu para 39 o número de mortos no morro do Bumba, em Niterói, e a causa pode ter sido duas fissuras na rocha que detonaram o soterramento de centenas de pessoas, segundo estimativas. Um estudo feito por geógrafos da PUC-Rio, pedido pelo DRM (Departamento de Recursos Minerais do Rio) corrobora a conclusão.




No local, funcionava um antigo lixão, desativado há mais de 50 anos. Segundo os geógrafos, o desastre não teria alcançado a mesma proporção se não tivessem tantas casas erguidas sobre o depósito.



A história por quem a viveu de perto



O temporal no Rio de Janeiro, registrado por Jorge Fortunato



Jorge Fortunato, administrador de empresas e responsável pelo blog Acabou o Caviar?

Jorge relata a sua experiência desde o início do primeiro temporal e toda a repercussão, mais tarde, ao longo da semana:

"Saí do trabalho na Urca por volta de 17h15 e o tempo estava bastante fechado. Quando cheguei no Flamengo, bairro onde moro já começara a chover. Ignorei a chuva e fui ao supermercado. Quando saí, a chuva já havia aumentado bastante, preferi não esperar passar (ainda bem) e segui para casa. À medida que caminhava, mais a chuva e o vento aumentavam. Finalmente, cheguei no meu prédio, tênis ensopado e metade da calça bem molhada. Pensei que fosse apenas um temporal rápido, mas a chuva não parava.

Durante a madrugada, acordei e ainda chovia. No dia seguinte, ao ligar a TV, mal podia acreditar nas imagens que via pela televisão. Destruição e mortes, tanto no Rio como na cidade vizinha, Niterói. Parte da minha rua estava alagada. Na Praia do Flamengo não via movimento de ônibus. Na televisão, o prefeito pedia para que ninguém saísse de casa. Apesar de um trecho da minha rua estar alagado, isso não iria impedir que eu saísse de casa. Só iria esperar que desentupissem os bueiros e a água escorrresse. Não iria chegar no horário habitual, mas também não precisava ficar em casa. Moro muito perto. Ônibus e metrô não seriam a minha escolha, um táxi seria melhor.

Por volta de 10h20, saí de casa e peguei um táxi. Assim que parou, o motorista quis saber o meu destino. Se fosse Botafogo, ele não iria, as ruas estavam alagadas, informou. Como ia para a Urca, tudo bem. A sensação era de que estava num dia de feriado. Ruas vazias, pontos de ônibus com poucas pessoas e incrível: poucos carros e ônibus. Levei 10 minutos para chegar até a Urca. Num dia normal, com o volume de carros, poderia levar muito mais, mesmo de táxi. Felizmente, onde moro não houve nenhum tipo de tragédia, apenas alguns bueiros entupidos e alagamentos, o que não é nada diante de tanta dor e sofirmento."



Paulo Araújo, analista de telecomunicações e responsável pelo blog Cine Planeta.

"Graças a Deus, na segunda-feira eu já estava em casa, pois saí mais cedo do trabalho. Fui informado que choveria muito e onde eu trabalho, no Rio Comprido, toda vez que chove, sempre enche muito. Pessoas que trabalham na minha empresa dormiram no trabalho e só saíram no outro dia, às 10h00.

A cidade ficou um verdadeiro mar, todos os bairros alagados, Zona Sul, Centro e Zona Norte. Na terça-feira, eu não fui trabalhar, pois o prefeito pediu para que todos ficassem em casa. No meu trabalho, todos foram dispensados, na realidade ,a cidade parou. Não preciso nem dizer muita coisa, pois todos já sabem que foi um desespero total, não havia policiamento e não tínhamos como recorrer nem aos bombeiros.

Como moro na Zonal Sul, em um prédio, graças a Deus, nada aconteceu. Mais com relação à situação em geral, acho que alguma coisa tem que ser feita, não podemos ter mais pessoas morando em área de risco, se não vamos ter mais perdas de vidas."



As chuvas registradas pelas câmeras dos moradores


5 de abril: o primeiro dia






6 de abril











Desabrigados: As primeiras providências

Em um primeiro esforço para tentar solucionar o caos instaurado na cidade, o prefeito Eduardo Paes já anunciou a remoção de mais de quatro mil pessoas, de aproximadamente oito comunidades de risco. As famílias deslocadas receberão o auxílio do aluguel social, no valor de R$ 400 e algumas casas já serão demolidas nesta segunda-feira. Alguns moradores das regiões atendidas também receberão casas pelo programa "Minha casa, minha vida", do governo federal, outros poderão obter até 40% de indenização em cima do valor do imóvel.


Cuidados de agora em diante




Diante de situações de enchentes, a população deve tomar cuidados especiais para não agravar ainda mais os riscos para a sua saúde. Não enfrentar correntezas, não caminhar sobre áreas alagadas, ficar distante de árvores e postes caídos e informar a Defesa Civil em caso de danos nos imóveis são algumas das providências a se tomar em caso de inundações. Evitar ao máximo o contato com a água parada nas ruas também é aconselhável, já que impede que se contraia doenças como leptospirose, hepatite, diarreia e cólera.

Quem estiver circulando de carro pela cidade, deve evitar as ruas inundadas e informar-se sempre antes de sair quais são as vias desimpedidas para o trânsito. Em hipótese alguma, deve-se tentar atravessar áreas encobertas, seja com veículos altos ou baixos.

Se estiver na rua e começar a chover, evite ficar em lugares descobertos, mas nunca se proteja debaixo das árvores ou próximo das redes elétricas.



Donativos: Onde e como ajudar

O Babel disponibiliza para os seus leitores a lista elaborada no sábado passado pela redação do jornal Extra, do grupo O Globo (clique no link ao lado), com os locais que estão recebendo as doações para as vítimas das enchentes no Rio. Se você puder ajudar, dirija-se a algum desses postos e entregue a sua doação.


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Jornalista, paulistana, produtora de conteúdo em português, inglês, espanhol, italiano e francês, que encontrou na Web 2.0 o meio mais propício para se proliferar. Editora-chefe da MasterNewMedia Brasil, editora de conteúdo da MasterNewMedia Español e responsável integral pelo BABEL.com. Assessora de comunicação de Marcos Silvestre. Apaixonada por música, esta ariana morre de vontade de ganhar um Romero Britto bem grandão para pendurar na sala. Mas, na maior parte do tempo, sofre mesmo é de um amor incurável pela vida.

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