Promoção: Babel dá ingressos para o filme Divã!



O filme "Divã" estreou nessa última sexta-feira e o Babel, em mais uma parceria com a Rede Brazucah Produções, está distribuindo 03 ingressos para os seus leitores. A promoção funciona da seguinte maneira: os três primeiros blogueiros que escreverem um post (parecido com este) de divulgação do filme, voltarem ao Babel e deixarem o link do artigo já publicado na área dos comentários, levam os ingressos. O texto promocional deve ter, no mínimo, 100 palavras, o pôster do filme (como o acima) e um link redirecionando para este post do Babel.

Sinopse

“Divã” conta a história de Mercedes, uma mulher de 40 anos que vive às voltas com as alegrias e desafios da sociedade contemporânea. Casada e mãe de dois filhos, Mercedes decide, mesmo sem saber bem o porquê, procurar um psicanalista. E, assim, o que antes era apenas uma curiosidade, se transforma em uma experiência devastadora, que provoca uma série de mudanças em sua vida cotidiana. No divã, Mercedes questiona o seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. A melhor amiga Mônica, a companheira de todos os momentos, vê de perto a transformação de Mercedes e participa de suas novas experiências e descobertas, apesar de nem sempre concordar com suas escolhas. As revelações de Mercedes para o analista, assim como as conversas com a melhor amiga, dão novo rumo a sua vida a princípio parecia boa, estável, mas sem grandes emoções. É só o princípio de uma grande transformação.

O elenco conta com Lilia Cabral, no papel principal, José Mayer, Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond. O ingresso da Brazucah é válido de 2a. a 5a. (exceto feriados), em todos os cinemas em que o filme estiver sendo exibido. O Babel fará o envio dos mesmos pelo correio. Não perca tempo e escreva o post.


Aqui se fala português

Série Publicação Online: muita grana com o Web Milionário!

Chegamos ao final da série publicação online, onde por sete semanas, o BABEL.com, vasculhou a rede atrás dos melhores blogs e sites que ensinam todos os mistérios da tarefa de blogar. Trazemos hoje, para encerrar com chave de ouro, o site Web Milionário. Como sempre, faça a sua visita ao blog no final da leitura. Confira também todos os artigos publicados que formam a série completa, no rodapé da página.



O Web Milionário é um blog português que escreve, primordialmente, sobre rentabilização online. Os artigos, dispostos logo de cara na barra lateral à esquerda e na coluna central., informam sobre os mais diversos programas de monetização online e da experiência do editor com eles. Abaixo do cabeçalho, estão dispostos os links para os programas, com um texto específico, explicando como funciona cada um. O foco é quase exclusivo em sistemas de afiliados e outras formas de ganhar dinheiro na rede. No entanto, é possível encontrar também artigos sobre SEO, aplicações da web e redes sociais, entre outros.

De qualquer maneira, o diferencial do Web Milionário fica mesmo por conta da cobertura dos métodos de como ganhar dinheiro na internet e as dicas valem a pena conferir. O autor relata sobre os mais diferentes programas situados tanto em Portugal, como no Brasil. e se mostra efetivamente atuante nessas comunidades, participando e trazendo notícias ainda sobre eventos regionais e em outros países que focam o tema.

O Web Milionário é desenvolvido por um webmaster profissional desde 2003, que não divulga o próprio nome, mas se apresenta como engenheiro de informática que, depois de criar, comprar e vender inúmeros sites, lançou o blog para partilhar conhecimentos com outros webmasters. Mesmo assim, disponibiliza seus canais de contato nas redes sociais e se põe à disposição para a interação com os leitores. Não deixe de dar uma passadinha e pescar todas as notícias valiosas de como ganhar dinheiro com o seu blog no Web Milionário. O BABEL.com agradece a todos que acompanharam a série publicação online e fiquem de olho, pois ainda vem muita coisa boa por aí!

Aqui se fala português

KISS no Brasil: the day after, com histórias e fotos exclusivas!

If you believe in miracles and dreams...we can make it real! (Doctor Sin, Miracles)

Já vou logo avisando, se você não gosta de fortes emoções, beat it. É, bem assim, ao melhor estilo nova-iorquino (Lembram? Gente agressiva, como disseram no Madagascar 2 rs), porque hoje vou falar de dois New Yorkers, ao melhor estilo ghetto judeu, com seus pros and cons. O primeiro, um taxista very naughty (the hottest!!!), que ralava conduzindo o seu yellow cab na Big Apple to make ends meet (enquanto tentava viver de música). O outro, um professor primário (já imaginaram?), filho de uma sobrevivente do holocausto e imigrante de Israel. Desde que os conheci, back in 83, esses dois tem influenciado a minha vida de maneiras que eu jamais conseguiria descrever, até porque ainda estou descobrindo aos poucos (ontem foi um exemplo) o quanto eles estão dentro de mim e vice-versa, com certeza.

Aprendi muito com o "seu" Chaim Witz (dos tempos do nascimento em Haifa, Israel), muito antes de sua apresentação em O Aprendiz Celebridades. Ficava só de ouvidos em todas as dicas de business que esse monstro do dinheiro dava every now and then em suas entrevistas. Larga escola. Do Stan (ou "babe", carinhos, carinhos...), descobri ontem que aprendi o sotaque, além de toda uma descoberta que não cabe aqui (foro íntimo ; )). Sim, porque quando estive no sul dos Estados Unidos, a galera dizia: de onde você é, do norte? Você fala como uma New Yorker, você fala como uma New Yorker. E aquilo me irritava porque não pegava a referência. Como raios eu, brazuca, ia ter sotaque de nova-iorquina, sem nunca ter vivido lá? Aquilo me intrigou muito, porque nunca tinha me ligado no meu sotaque quando falava inglês, muito menos na possibilidade de ele ter um tom regional. Pois é, a verdade é que, ao que parece, o meu sotaque foi se modelando conforme assistia a todas as entrevistas do Paul, porque, inconscientemente, eu o imitava e treinava a pronúncia do idioma assim. Ontem, descobri que, além de muuuuuitas outras coisas, ele também foi meu professor de inglês. Indireto, of course, mas o mais precioso.

Mas, tudo isso, é só pra dizer, em tom muito informal (desculpem, meus amigos, profissionalismo é para outra hora), que ontem eu estava como pinto no lixo. Eu desafio qualquer pessoa daquela Arena Anhembi a dizer que se divertiu mais que eu (eles desafiarão também rs). Eu rasguei meu coração, do jeito que eu gosto, porque, se não é para rasgar o coração, não vale a pena viver. Desculpem, blasé é uma palavra francesa. E , nem os caras, nem eu nascemos na França. Do momento em que a cortina caiu até o último segundo, nós todos naquele lugar mágico nos esbaldamos. Nem precisou take it all off. E crianças, muitas crianças.

Os detalhes do show vocês podem acompanhar nas fotos que vão contando a história de tudo o que aconteceu. Mas, preciso dizer: desde aquele 07 de abril (é, eu sei :D) de 2008 em que escrevi aquele bendito artigo, que retumbou no universo, até este outro 07 de abril, não tive outro pensamento: eu sabia que ia acontecer. Até retoquei minhas luzes, pois os caras tem essa estúpida preferência por blondies rs, e faria outras coisas se fossem necessárias. Ontem, foi o dia mais feliz da minha vida e isso não diminui todos os dias muito felizes que já tive na vida, porque todos eles se encaminharam para esse. Mas, vamos às fotos, porque eu ainda estou meio abestalhada (mais?). Estou hoje o dia inteiro chorando, sorrindo, falando alto, cantando, chorando de novo, parece que fui submetida a uma sessão intensa de choques elétricos que reverberam a cada instante. Foram 26 anos de espera, falei com eles o tempo todo, Paul e Gene retribuíram, posso querer algo mais? Sim, posso, a parte 2 deste sonho, mas isso só pertence ao Paul e a mim e passa bem longe do que vocês acabaram de imaginar. Vamos às fotos.



Palco: antes e depois




Cortina e o clássico: "All right, São Paulo, you wanted the best, you got the best, THE HOTTEST BAND IN THE WORLD... KISS!!!!" e o mundo veio abaixo. Tio Gene a pleno vapor e vigor.




Gene, babe e Tommy - depois de 5 minutos gritando "Babe!!!", me dei conta que ele entenderia mais rápido se eu dissesse: "Paul!" rs




Front seat, back seat: so much for a yellow cab...



Paul & Tommy - shot especial do Tommy (o cara manda bem!!!)




The hot studs - "Gene, thank you!", e o bichão fez o "thumb up", sorriu e mostrou o linguão




"Paul, come over here!!!" and then, he said: "Well, hello over there!" E veio e vinha e ficou. ; )



Eric Singer: son of a dynasty: tem que ter muito peito pra representar essa batera




Rock and roll all night - segundo o Paul, a nossa música (dos brazucas com a banda)

No mais, continuo com a fitinha em volta do braço. Ontem, recuperei mais um pedaço de mim trazido por esse meu povo querido que veio nos visitar. O Paul dizia: "Faz dez anos que a gente não vem à São Paulo. Não podemos ficar tão longe da nossa família e dos nossos amigos. Já tocamos em muitos países, muitos, mas o Brasil, você, Brasil, tem algo especial". O carinho deles com a plateia brasileira é notório. Em entrevistas para outros meios mundo afora, eles sempre falam da emoção de tocar aqui, do tamanho do público, do seu carinho. E fazem a festa, à parte do tradicional profissionalismo dos shows por aí, no Brasil, fica claro que os caras se sentem em casa e demonstram isso brincando o tempo todo com os fãs. Aliás, o Gene é um fofo. O tempo todo vindo fazer gracinhas, acenando, provocando a gente, mega simpático. Uma graça. E o Paul..., bom, eu não consigo falar do Paul, não. ; )

Tem coisas que não pertecem à vida da gente e não adianta insistir, pois não são nossas, não vão acontecer. Agora, nada detém a força das coisas que sim nos pertencem e que tem que acontecer na nossa vida. A espera foi um passeio no carrossel. O encontro, eu já sabia que viria (esse sim, diferente daquele de 94). E eu sou imensamente grata a tudo o que me foi concedido ter e pertencer nessa vida. Como uma tatuagem na alma.


Forever yours, guys.

See you soon.

Sweet KISSES. ; )

Fotos: Letícia Castro (as mais especiais que já fiz na vida!)

Pessoal, este artigo também foi publicado no KISS Army Brasil, acabei de ver. Procurem pela data de 14/04, OK?

More KISSES.

KISS no Brasil: 26 anos depois, falta pouco mais de um dia



Julho de 1983. Da altura dos meus 10 anos, meu conhecimento musical ainda experimentava pitadinhas de coisas variadas sem muita definição. De assinatura mesmo, só o amor pelos Beatles que me acompanha até hoje, de resto, ouvia muito o que se ouvia em casa, no geral, do rádio ou da TV. Por aí, já conhecia e curtia muito Caetano Veloso, por exemplo, mas quando meu irmão e meu primo chegaram em casa no início das férias, falando de um tal de KISS, não associei muito "o nome à pessoa", apesar de já conhecer o som de longe. Foi assistindo o show do Maracanã, transmitido por replay pela Globo, numa tarde daquele longínquo 83, que, num ataque certeiro, fui arremetida contra a parede diante daquele mis-en-scéne único e toda pirotecnia - além do som inconfundível - do KISS. Nascia ali outra fervorosa kisser, com direito à paixão irreparável por Paul Stanley.



Then...

Meus pais não se conformavam. Na vitrolinha do Mickey, comprada no Paraguai, rodavam até furar as bolachonas do Creatures of the night e do Destroyer, os primeiros LPs. Com o folheto das letras nas mãos, eu ia aprendendo também a pronunciar as palavras do idioma inglês, singing along com os caras. "Eles matam pintinhos pisoteados", "Esses caras tem pacto com o demônio", "Minha filha, como é que você gosta desses mascarados???", isso era comum de ouvir. Se eu me importava? Contanto que o Paul não parasse de perguntar: "Do you love me?", estava tudo certo. Babe, I can answer now!

Minha paixão pelo KISS é um pouco mais visceral do que isso. E influenciou muito a minha vida, como se eles sempre estivessem ao meu lado ao longo desses anos. Em 1994, nos encontramos pela primeira vez no Philips Monsters of Rock. Sem maquiagem, foi awesome, mas faltava alguma coisa, ficou aquela água na boca ácida. E, convenhamos, aquelas três garotas no palco em "Take it off" foi a coisa mais nada a ver que podia ter acontecido. Minha amiga e eu ficávamos gritando: "Tira elas daí e coloca a gente!". Óbvio. Nada mal para um primeiro contato, no entanto.



...and now.

Agora, a mágica mesmo começou a acontecer no ano passado, quando soube que (finalmente!), a banda voltaria a girar pelo mundo com a turnê Alive/35. A expectativa foi tão grande que corri e escrevi um post aqui no Babel, exatamente no dia 07 de abril (só me dei conta agora!!!), implorando pela vinda dos caras, com direito a abaixo-assinado e tudo. No melhor estilo "O Segredo", mentalizei, pedi, vibrei com cada poro do corpo e nada. Tudo bem. Sabia que ia rolar, anyway. E não é que rolou? Pois é, terça-feira, neste 07 de abril, estarei lá (com certeza!) na Arena do Anhembi, vendo meus hot studs que vieram tão gentilmente nos fazer uma visita (não tão modicamente assim...). Quando a voz disser: All right, São Paulo, you wanted the best, you got the best...!", já será Alive/36, but who cares? Eu também! (Tem essa ainda!). Será a primeira vez que vou assistir um show com a maquiagem e toda a paramentação original, exatamente como eu sonhava quando ficava babando em cima da capa do "Creatures", tentando advinhar as feições por trás das máscaras. Nesta terça, a pouco mais de 24 horas, 26 anos depois, vou pegar a lista de "sonhos da minha vida" e riscar um item. Tem outra linha na mesma lista dedicada ao KISS e, quando se cumprir, venho correndo contar para vocês. Até lá... gonna rock'n'roll all nite... ; )

Foto: KISS Force

Vejam essa matéria publicada no Kiss Army Brasil, o site oficial do fã-clube da banda.




Aqui se fala português
 

Quem sou eu

Minha foto
Jornalista, paulistana, produtora de conteúdo em português, inglês, espanhol, italiano e francês, que encontrou na Web 2.0 o meio mais propício para se proliferar. Editora-chefe da MasterNewMedia Brasil, editora de conteúdo da MasterNewMedia Español e responsável integral pelo BABEL.com. Assessora de comunicação de Marcos Silvestre. Apaixonada por música, esta ariana morre de vontade de ganhar um Romero Britto bem grandão para pendurar na sala. Mas, na maior parte do tempo, sofre mesmo é de um amor incurável pela vida.

Sponsored by

Construindo a torre

Este blog possui atualmente:
Comentários em Artigos!
Widget UsuárioCompulsivo