Conheça a CG Filmes: um sonho projetado na telona

O tamanho de um sonho. É possível delimitar essa força motriz detentora da vontade humana? Todos os dias, ao acordar, o ser humano só tem um pensamento: conseguir realizar seus sonhos em meio às obrigações do dia-a-dia. Ele pode ter a forma de uma situação momentânea ou da aquisição de um bem, mas está sempre ali, empurrando para frente. Há quem jogue a vida inteira para o alto por aquilo por que bate o coração. Há quem espera e deixa a vida passar. E há os que encaixam o sonho, sem desculpas, no meio do cotidiano, da maneira que podem, no tamanho de suas mãos.


Os responsáveis pelas produções da CG Filmes

É o que fazem Rozangela Melo e Cleiton Guimarães, em Viamão, RS, em nome de sua paixão: o cinema. O casal que já produziu alguns curtas de maneira amadora, mas com muita preocupação com a qualidade e o conteúdo das filmagens - que geralmente abordam temas sociais que convidam à reflexão - envolve a família toda em seus projetos e tem planos de chegar mais longe. No ano passado, participaram do Festival Claro Curtas, com a produção, Ensejo Digital. Há algumas semanas, o Babel se deparou com essa lição de perseverança e traz hoje, em primeira mão, a saga da família que persegue a sétima arte. Ao melhor estilo Cinema Paradiso, Rozangela e Cleiton nos contam agora um pouco de sua história. Vamos a eles.


Ensejo Digital, participante do Claro Curtas, 2008

BABEL.com: O que representa o cinema na vida de vocês?
Cleiton Guimarães: Cinema é nossa paixão, na maior parte do nosso tempo livre, estamos envolvidos com cinema, seja assistindo a um filme, pensando em algum roteiro, vendo locações, quando estamos andando pela rua, e respondendo aos comentários que são postados em nosso blog, o CG Filmes.

B.com: Como começou tudo? Desde quando há esse interesse na área?
C. G.: Desde o inicio do nosso casamento, assistimos a muitos filmes e sempre comentamos sobre o roteiro, a edição e o som. Em meados de agosto de 2008, tomamos a iniciativa de comprar uma filmadora, pois já tinhamos o computador em casa. Comecei então a ensaiar pequenas edições no computador com vídeos de teste, usando apenas fotos com música. A Rozangela é apaixonada por escrever, inspirada em muitos livros, pois adora leitura. Eu sempre reparei nos filmes, na imagem, no som, na parte visual, observando o andamento e o toque do diretor em cada cena. Em setembro de 2008, surgiu então nosso primeiro curta-metragem, chamado: Identidade. Nunca fizemos nenhum curso relacionado a cinema.

B.com: Qual é o papel que desempenha cada uma das pessoas envolvidas nos projetos?
C. G.: Eu, Cleiton, sou diretor, editor e ator, cinegrafista e responsável pelo projeto CG Filmes. A Rozangela é a roteirista, assistente de direção, cinegrafista e responsável pela divulgação. A Larissa Melo e a Aline Melo, nossas filha e sobrinha, respectivamente, são as atrizes-mirim das produções.

B.com: Qual é o equipamento utilizado para as filmagens?
C. G.: Usamos um filmadora Samsung MX10, resolução 720x480i pixels, um computador Positivo Pentium Dual Core 1.8, 512MB de memória RAM e o programa de edição Windows Movie Maker. Gostaríamos muito de adquirir uma filmadora HDTV 1920x1080 pixels sd card, 3 tripés, um kit para iluminação, um curso para o programa de edição Sony Vegas Pro e o upgrade da memória RAM de nosso computador, pois já temos mais roteiros prontos de curtas e um longa.

B.com: Como é a produção dos filmes?
C. G.: Os cenários e locações que usamos até o momento foram: Fazenda João Guimarães (propriedade do meu pai), a nossa casa, o centro de Viamão e alguns pontos turísticos de Porto Alegre, como o Barco Cisne Branco. Os atores são os membros da família. Toda a produção é feita em casa de maneira simples e a partir de nossas conversas.

B.com: Como são escolhidos os roteiros?
C. G.: Gostamos de tratar de assuntos relacionados ao cotidiano, mensagens espiritualistas, positivas, de amizade, sentimentos humanos e principalmente idéias que desenvolvam a reflexão após o filme.

B.com: O que pensam os demais membros da família sobre o projeto?
C. G.: Larissa e Aline gostam de participar e ver no vídeo o resultado. Eu trabalho como comérciário em Porto Alegre e meus colegas me tratam como um visionário e apóiam bastante essa paixão. A Rozangela é professora e passa seu tempo livre divulgando e escrevendo roteiros.

A família já produziu quatro curtas no total e, no momento, está rodando o seu próximo filme que se chamará À procura da verdade (
assista o trailer). Para entrar o contato com Cleiton e Rozangela e saber mais sobre suas produções, acesse o CG Filmes ou mande um e-mail para rozangelamelo2008@gmail.com.

Leia também:
Onde mora a poesia (sobre curta indiano)
"Última Parada 174": BABEL entrevista o diretor Bruno Barreto


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BABEL.com ganha prêmio "SFW de Qualidade"

A equipe do Sem Fronteiras na Web concedeu, na semana passada, o prêmio "SFW de Qualidade - Superando as Fronteiras da Informação" ao BABEL.com e a outros cinco blogs de destaque, segundo a avaliação e decisão dos editores do blog. A premiação é resultado de um concurso realizado pela equipe, com início em agosto de 2008, que buscava homenagear os blogueiros com melhores posts, nas categorias: texto, série e layout, dos últimos seis meses e o Babel foi agraciado pelos artigos da "Série Olímpica - Babel em chinês!", cujo tema foram os jogos olímpicos, realizados recentemente em Pequim. Aqui está o prêmio:

O Babel agradece, com muita satisfação e alegria, aos editores André Martins, Cássio Teles, Lucas Catta Prêta, Lucas Fernandes, Miriane Barbosa e Ricardo Lima, que compõem a equipe do Sem Fronteiras - um blog de jornalismo de primeira - pelo prêmio e se sente honrado de tê-los como amigos e parceiros de todos os dias.

Muito obrigada, amigos!

(Se preferir, desabilite a música aqui)


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Duco.



Tom Zé e Caetano que desculpem, mas é de Heitor a música da locomotiva

Redundância. Descrever São Paulo é lançar uma enxurrada de redundâncias sobre a terra em que tudo dá, tudo se faz e tudo existe. Todos existem. Inclusive eu, paulistana de vida e morte, plasmada por cada canto dessa metrópole. Megalópole, aqui tudo é mega, gigante, descomunal. Requer saber conviver com escalas irreais para se valer nessa terra. E é de uma terra que falamos, inóspita, crua, real, carnal, implacável, única. Insubstituível, irrecuperável, inalcançável, insuperável. É fado e sina. É minha terra, a que não sei cantar como os outros deslumbres desse país, pois é falar do que não se dissocia. É falar do que me é mais sagrado. É sacrílego.

Mas, posso falar do que é não ter São Paulo. Falar de exílios. Eu bem sei que exilar um paulistano é condená-lo ao isolamento. Por falta de espelhos. É morrer de Narciso. É o que sempre falta e nunca se encontra. Solidão. Dor de chorar fininho no escuro. Ter vontade de viver e não encontrar o sopro. Exílio a la paulistana.

E é por isso que hoje, nesse 25, decreto feriado. Vou me fartar de você, Paulicéia. Sair pela rua e festejar o alívio de te encontrar. Sempre nova, sempre outra (minha retina não se cansa). Meu sangue que é de concreto ruge escarlate no teu compasso. É gana. É querer mais, sempre mais. Do teu plural.

Abre os braços, mãe, que eu vou cair.

Feliz aniversário à cidade de São Paulo e a todos os seus filhos de cada canto do planeta.

Meu, aqui se fala português, tá ligado? ; )

Silvia Machete: humor, circo e música de primeira






Divertida, debochada, linda e mega talentosa. Assim é a carioca Silvia Machete, 32, que, como tantos talentos brasileiros espalhados pelo mundo, precisou ralar muito lá fora para ser reconhecida em seu próprio país. Silvia já está na estrada há um bom tempo e passou dez anos rodando mais de 30 países na Europa fazendo números circenses, muitas vezes na rua, e shows musicais onde mistura as performances do circo. Aliás, a vida no picadeiro foi a razão para que a cantora, que também é excelente compositora, abandonasse o Rio e caísse na vida. Literalmente, mergulhando no trapézio, além de outras loucuras acrobáticas e malabarísticas.


"Simplesmente mulher", novo trabalho da compositora (Fonte: YouTube)

Silvia leva tudo isso para o palco. Toca o violão, canta divinamente seus arranjos MPB e bossa nova, enquanto roda vários bambolês pelo corpo. Geralmente trajando um vestidinho vermelho de melindrosa com uma pomba na cabeça. Interage com o público o tempo todo contando piadas e confessa que está cansada, no final do show, "afinal, nem todo mundo é a Ivete", diz irreverente.



Morando em Nova York há sete anos, onde se apresenta regularmente no East Village, bairro artístico e boêmio da Big Apple, Silvia voltou ao Rio em 2006 para gravar o primeiro CD, "Bomb of Love– Música Safada para Corações Apaixonados". Esteve mais uma vez no Brasil em 2008 para divulgar seu trabalho e produzir o DVD "Eu Não Sou Nenhuma Santa", dirigido por Roberto de Oliveira, responsável por produções de Chico Buarque e Rita Lee. A cantora também se cerca de músicos de peso para fazer valer o talento incontestável. Acompanham-na o baterista Rafael Rocha que toca com Adriana Calcanhotto, o trombonista Roberto Silva (ex-Chico Buarque) e o percussionista Marcelo Callado e o pianista Ricardo Dias Gomes, da banda de Caetano Veloso . O repertório, além de composições próprias, também traz criações de Erasmo Carlos. Para quem ainda não tinha ouvido falar de Silvia, o Babel sugere "Eu só quero saber de você" e "Simplesmente mulher", de sua autoria. Visite também o site oficial da cantora e conheça mais sobre o seu trabalho.

Fotos: divulgação


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Ao visitante desconhecido da Alemanha/To the unknown visitor from Germany


*Queridos amigos do Babel,

Peço licença para a publicação deste recado-post, mas vocês entenderão assim que o lerem. rs
Obrigada.


Este é um post inusitado, mas necessário. E é escrito pra você, leitor ou leitora que vem da Alemanha, e acessa o blog com o IP 88.8..... . Gostaria que você soubesse que a sua entrada é muito bem-vinda e que há uma gratidão especial pela assiduidade das visitas.

Na verdade, como não tenho outra maneira de entrar em contato, gostaria muito que você o fizesse, através do e-mail babelpontocom@yahoo.com.br, pois realmente me impressiona a tua movimentação pelo blog, de maneira muito positiva.

Espero que você leia este post também e possamos nos comunicar.

Beijo grande e até lá!


That's an unusual but necessary post. And it's written out for you, dear reader from Germany who accesses this blog using the IP 88.8.... . I'd like you to know that your visiting is pretty welcome and there's such an appreciation for the frequency of your entrances.

To tell the truth, as I can't reach you, I'd like you to kindly do so, if you could, through the e-mail babelpontocom@yahoo.com.br, for it's really impressive (in a good way) your browsing around the blog.

I hope you read this post too and we are able to communicate.

Thank you very much and hope to hear from you!

Letícia.

Índia: a nova onda da Globo


Namaste!* Nesta segunda, o Brasil ganha uma conexão direta com a Índia. Trata-se de "Caminho das Índias", a nova trama da Globo para o horário nobre. A exemplo do que foi feito em "O Clone" (2001), o canal pretende emplacar, mais uma vez, uma produção com qualidade em reconstituição cenográfica e de costumes. Dos lugares e vestuário às comidas típicas, idioma e hábitos, a ambientação das novelas temáticas da Globo costuma ser primorosa e, com duração média de 6 a 8 meses, é possível retratar com certa fidelidade o cotidiano dos países-tema. É o que se espera ver sobre a Índia, cenário escolhido para a nova produção. “A Índia é fascinante e gosto de escrever sobre os assuntos que me interessam. É um jeito de refletir sobre eles.”, explica Glória Perez, a autora da novela.

A Índia e suas idiossincrasias



Durante a formação do planeta, o território indiano era uma ilha que, posteriormente, chocou-se ao continente e originou a cadeia de montanhas do Himalaia (Fonte: Wikipédia e Consulado da Índia)

As origens da civilização indiana remontam a cerca de 10.000 anos, data dos vestígios mais antigos de pinturas em rochas no vale do rio Indo e evidências de cultivo da terra e domesticação de animais. Nesta região, floresceu,
provavelmente entre 3000 a 2000 anos a.C, uma civilização de mesmo nome. Escavações realizadas nas primeiras décadas do século 20 trazem à luz as cidades de Moenjodaro e Harappa, que revelam que os Indus levavam uma vida notadamente urbana e sua cultura era o ápice no mundo da época. Com a invasão dos ários, que entraram pelo Punjab, entre 1500 e 800 a.C, fundamenta-se a cultura indiana como ela é até hoje.


Taj Mahal, mausoléu construído por amor é Patrimônio da Humanidade (Foto: Wikipédia) À direita, cores vibrantes por toda parte, até nos elefantes, animais sagrados também usados como meio de transporte (Foto: blog Círculo Vicioso)

Falar de cultura indiana é remeter à representação de mais de 1 bilhão de pessoas. Tão diversa e contrastante quanto a organização social e religiosa é a sua inclusão digital no mundo. A Índia é responsável hoje pela produção em massa de vários produtos tecnológicos e tem presença marcante no cotidiano da internet, tanto pelo desenvolvimento de softwares, como de conceitos de navegabilidade da rede, quesito bem representado por Rohit Bhargava, um dos papas em marketing online. Na Europa e nos Estados Unidos já é comum terceirizar com empresas indianas serviços tecnológicos que vão desde a operação de cartões de crédito até o desenvolvimento de peças para computador e programas. É o boom terceira geração de uma sociedade que ainda se organiza em castas, seguindo a tradição milenar, e cujos casamentos são arranjados pelos pais e os candidatos a noivos anunciados em classificados de jornais.


Modelo desfila no India Fashion Week, de 2007 (Foto: blog Kakaos) e Templo Bahá'í em Nova Délhi, dedicado a todos os povos do mundo, com suas nove entradas, cada uma para um mensageiro de Deus, como Krishna e Cristo (Fontes: Vida Bahá'í e Wikipédia)

A Índia é o país que mais cresce no mundo, depois da China, com uma média de 6% do PIB nos últimos quinze anos. O responsável pela guinada que tirou o país do atraso foi o próprio governo com iniciativas de investimentos em educação, por exemplo, ao criar programas de intercâmbio para os jovens universitários em faculdades dos EUA e Europa. Também investiu pesado em infraestrutura, ciência e tecnologia, contratando especialistas mundo afora para desenvolver produtos de informática e nanotecnologia. A população também vigia as ações do Estado - governado por um primeiro ministro - e não permite, por exemplo, que a carga tributária ultrapasse os 20% para não bloquear o consumo. Isso permite que uma classe média crescente, com desenvolvimento sustentável, de cerca de 300 milhões de habitantes, tenha uma vida cômoda e pujante.


Bolsa de Valores de Mumbai, a mais antiga da Ásia (Foto: Wikipédia) e as valiosas especiarias que fizeram navegantes perderem o rumo (Foto: Travel Sky)

Por outro lado, a democracia que foi colônia inglesa por 200 anos até sua independência em 1947, ainda tem mazelas consideráveis. Outros 300 milhões de indianos ainda vivem com uma renda de aproximadamente um dólar por dia, o que para os valores da rúpia indiana - 49 rúpias equivalem a um dólar - pode não ser tão pouco, é o suficiente para manter essa faixa da população em estado de fome. A Índia também sofre com sérios problemas sanitários, incluindo a falta alarmante de saneamento básico, com instalações para cuidar de apenas 18% dos milhões de litros de esgoto produzidos diariamente nos centros urbanos, segundo reportagem da conceituada publicação inglesa The Economist. As sobras não tratadas do esgoto, cerca de 82%, vão diretamente para os rios, entre eles o Ganges, o mais importante para a população que, as suas margens, além de outras atividades menos higiênicas ainda, lava as roupas, toma banho, faz rituais funerários e religiosos. Segundo a ambientalista Sunita Narain, renomada tanto dentro como fora de seu país, a frase que ilustra a Índia de hoje é "Fantástica Índia, afogando em seus excrementos." "Fantástica Índia" é o slogan do Ministério de Turismo do país. E agora a pergunta que não quer calar: entre tanta riqueza, beleza e cultura, haverá espaço também na nova produção da Globo para retratar essa realidade?

*Namaste! O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você

Namasté ou Namaskar (Sânscrito: == [नमस्ते], [nʌmʌsˈteː]) é um cumprimento ou uma saudação utilizada no sul da Ásia. Na Índia e no Nepal é pronunciada sempre no início de uma comunicação verbal ou escrita. O gesto é feito com as mãos dobradas diante do peito e a palavra, repetida também na despedida, desta vez, sem o gestual. A expressão literal significa “curvo-me perante ti”. A palavra provém do Sânscrito (namas): "curvar-se, saudação reverencial", e (te): “para ti”.

Quando dito a outra pessoa, também pode significar: "O Deus que há em mim saúda o Deus que há em ti".



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Acordo ortográfico: resultado da enquete do Babel




A enquete "
Você é contra ou a favor da nova mudança ortográfica da língua portuguesa?", realizada pelo Babel, nos últimos dias, terminou na manhã de hoje com 70% dos 55 votos contrários às novas regras. O blog recebe visitas do Brasil, de Portugal - em segundo lugar no ranking de entradas - e demais países de língua portuguesa, como Angola, e o resultado da pesquisa não deixa dúvidas: por enquanto, os luso-parlantes contestam a decisão.

O Babel ainda não aderiu oficialmente à nova ortografia devido às controvérsias em torno do acordo, ao qual nem todos os países membros da CLPL (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) anuiram até o momento e espera o desenrolar dos fatos para adotar um procedimento. Por enquanto, a idéia, bem acentuada por aqui, é aguardar uma melhor definição da situação, já que grandes veículos de comunicação estão fazendo uma adaptação gradual , como mostram os dois textos a seguir, publicados em 13 e 15 de janeiro, respectivamente, no site da Folha de São Paulo:

Japão promete ajuda a imigrantes brasileiros afetados pela crise (dê ctrl+F e digite "idéia" dentro do campo)

Na reta final da campanha, candidatos da Câmara prometem recuperar autonomia da Casa (faça o mesmo com o termo "ideia" dessa vez)

Assim que a mudança estiver consolidada e os rumos do acordo mais definidos entre os países do idioma, o Babel também adotará imeditamente a nova escrita. Até lá, ainda desfrutaremos da agradável companhia de alguns acentos.


Aqui se fala português

Segunda-feira é dia de comemorar!


Nada melhor que começar a semana festejando, para mudar a ordem dos acontecimentos. Mais uma vez, os amigos da blogosfera se lembraram do Babel e o "estragaram" com mimos carinhosos. Depois, não reclamem que este blog está mal acostumado! rs

Mas, vamos aos selinhos e ao repasse.

O Rodrigo, amigo de fé destas paragens, fez uma loucura no seu pra lá de bombado Curiosando. Publicou todos os selinhos que tinha recebido no mês de dezembro e dedicou a quem prestigiava o blog. Foi melhor que o mega saldão de mostruário do Magazine Luiza! E nem precisou passar a noite na fila! O Babel amou e não se fez de rogado. Dessa chuva de selos, temos abaixo os prêmios...




... que vão para novos amigos que estão chegando, com muito prazer, neste caso, o Moderna Lapa Retrô, o Garota Pendurada, o Oitentando e o Deixa Fluir!. Já os de baixo...



vão para mais amigos recém-estreados, como o Circo da Notícia, Saga dos Martins, Rebloggando e o Grupo Gauche de Literatura.

Para os queridos compadres de sempre, o Babel presenteia os selos abaixo...







Estes também vão para os compadres, como os Por Dentro do Mundo da Bola, Milouska, Coerência Contraditória e o Jornal do Blog.

E mais selos...



Para mais compadres queridos, agora a Renatinha!, Sem Fronteiras, Saco de Filó, Repórter Net.

Ainda do amigão Rodrigo e agora de outro amigão, o Kleber, do
Tecno Idéias, chegou este selo...

...que, junto a esses dois dos meus queridos compadres Wander, do Café com Notícias, e Rodrigo (de novo! rs)...


...vão para o Repecurtiu, o outro blog que vale muito a pena do meu querido amigo Daniel.

O compadre Wander também não se contentou e mandou mais presentes, um deles desenvolvido especialmente por ele.



Todos oferecidos a mais companheiros queridos, como o Aprendemos, o Acabou o caviar?, o Loucutando e o .Blog.

Por falar na querida amiga Emília, do Aprendemos, ela também presentou o Babel com um selo muito chique, todo escrito em espanhol.


E o Babel o dedica, junto aos quatro selos acima, ao Grãos de Areia pelo Infinito.

A Rê, do
Rebloggando, é uma dessas amigas queridas que estão chegando e já deixou um presentinho por aqui.


E agora, o Babel gostaria de fazer uma homenagem a uma amiga-irmã de toda a vida, de quase duas décadas, que decidiu abrir um blog que tem a cara dela (e já está bom senão a emoção toma conta...). Essa alma gêmea é a Lígia, do Eufrates Tu "Tigre", que nasceu, mas agora passa por uma reformulação e logo, logo já terá posts novinhos em folha. Vale a pena aguardar a reestréia! E, se alguém estava sentindo falta dele (rs), ele não poderia ficar de fora. Amanhã é aniversário do meu querido compadre Wander, do Café com Notícias. Então, como presente especial, o Babel repassa todos os selinhos deste post para estes dois amigos queridos.

Os selos podem ser repassados como quiserem, ok?

Obrigada pela lembrança!

Beijos a todos!

 

Quem sou eu

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Jornalista, paulistana, produtora de conteúdo em português, inglês, espanhol, italiano e francês, que encontrou na Web 2.0 o meio mais propício para se proliferar. Editora-chefe da MasterNewMedia Brasil, editora de conteúdo da MasterNewMedia Español e responsável integral pelo BABEL.com. Assessora de comunicação de Marcos Silvestre. Apaixonada por música, esta ariana morre de vontade de ganhar um Romero Britto bem grandão para pendurar na sala. Mas, na maior parte do tempo, sofre mesmo é de um amor incurável pela vida.

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